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União Cacoalense sofre a maior humilhação de sua história além de ser rebaixado

O torcedor do União Cacoalense que acompanhou por tantas ocasiões os jogos contra seu principal oponente, o Ji-Paraná, não imaginaria que a equipe de Cacoal, sofreria a maior goleada de todos os tempos. O Ji-Paraná, que devia jogar em casa, devido a uma punição com a perda do mando de campo, levou o jogo para o estádio Cassolão, em Rolim de Moura.  Foi o 57ª confronto do Clássico da BR e a partida foi histórica por conta do placar: 9 a 0 para o Ji-Paraná. O líder invicto do Rondoniense Sicredi mostrou toda superioridade diante do maior rival, enfraquecido e já rebaixado União Cacoalense. O Galo da BR entrou em campo e mostrou com gols porque é o líder do campeonato, vencendo pelo placar histórico de 9 a 0, registrando a maior goleada do Campeonato e do Clássico da BR.

Os gols foram marcados por Marquinhos Bala aos 7 minutos, Luan Bahia aos 14 minutos, Marquinhos Bala aos 22 minutos, aos 9 minutos do segundo tempo gol contra do zagueiro Pedro Henrique, aos 17 Mano Valter, aos 20 minutos Caio, aos 24 minutos Luan Bahia, aos 34 minutos Willian e aos 45 minutos Patrick Reis fechou o placar no Cassolão.

Com a vitória o Ji-Paraná chega aos 25 pontos e se mantém firme na liderança do Rondoniense Sicredi e na próxima quarta feira o Galo da BR enfrenta o Gazin Porto Velho no estádio Aluízio Ferreira fechando a primeira fase do campeonato. Enquanto a União Cacoalense já rebaixado, permanece sem vitória no campeonato e encerra a participação na elite do Rondoniense, voltando de onde veio em 2025, na Segunda Divisão.

Para as semi-finais, o Ji-Paraná espera pela definição do adversário no mata mata, tendo o Rondoniense Social Clube como provável adversário. Caso a classificação permaneça dessa forma, com o Ji-Paraná em 1º com 25 pontos, em 2º Guaporé com 20 pontos, Gazin Porto Velho também com 20 pontos e o Rondoniense com 17 pontos.

Conforme informações da FFER, foram 57 partidas, foram 29 vitórias a favor do Ji-Paraná e 13 para o União Cacoalense, sendo 15 empates. O Ji-Paraná foi campeão do Rondoniense 9 vezes  (1991, 1992, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2001 e 2012), enquanto 

O primeiro encontro do Clássico da BR aconteceu em 1991, quando o Campeonato Estadual de Futebol de Rondônia foi profissionalizado. Nos primeiros quatro confrontos, o Ji-Paraná saiu com a vitória. Só em 1996, o União Cacoalense conseguiu a primeira vitória, quando venceu o Ji-Paraná pelo placar de 3 a 0. No início dos anos dois mil, em 2001 Ji-Paraná e União Cacoalense chegaram a final do Rondoniense, na decisão do título deu Galo da BR, que faturou o 8º título nos pênaltis. Três anos depois, novamente União Cacoalense e Ji-Paraná chegaram a grande final, dessa vez, a Raposa da BR foi campeão Rondoniense vencendo o rival pelo placar de 2 a 1.

Mas o Clássico da BR, não aconteceu somente no Rondoniense Sicredi, no ano de 2002, União Cacoalense e Ji-Paraná se enfrentaram duas vezes pela Copa Norte, o Galo da BR levou a melhor, terminou a competição em terceiro lugar, a primeira partida empate de 1 a 1, no jogo da volta o Jipa aplicou a maior goleado do confronto, quando venceu pelo placar de 7 a 2. 

O TRISTE FIM DO DO UNIÃO

Como não apareceu alguém de Cacoal, interessado em comandar o União, o clube foi “emprestado”, como muitos dizem, para um “forasteiro”, que lá de um município do Paraná, colocou o time para rolar a bola, primeiramente na Taça São Paulo de futebol Junior. Com a esperança de revelar valores e quem sabe, levantar uma boa grana, a molecada foi inscrita também no Estadual. Mas a molecada não estava dando conta contra as demais equipes, todas  mais estruturadas. Quando foi buscar reforços, foi tarde e com os resultados não aparecendo, o desanimo foi tomando conta e os jogos com placares leves, mudou  culminou para a humilhante  goleada de 9 a 0 e a equipe voltando para a Segunda Divisão. Como sugestão, para não humilhar mais ainda o União, de tantas glórias no passado, ao invés de colocar o clube nas mãos de aventureiros e pagar tamanho vexame, que deixe de participar de competições. Ou, já que estão reformando o estádio, que a administração do município invista também no clube  nos futuros campeonatos, mas com gente de Cacoal no comando. Quem sabe, com investimento do município possa aparecer quem queira tocar o time, porque sem apoio, com certeza, ninguém aceitará. 

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